Ame sua mulher.
Nunca a trate apenas como “esposa”.
Muitas vezes esposas amam ser tratadas apenas como mulher.
Trate-a sempre com doçura e pimenta; com gentileza e, também com instinto; com carinho, mas também com desejo ardente.
Todo relacionamento tem dificuldades.
No entanto, todas elas são fomentadas pelo diálogo interno.
Briga-se muito no relacionamento quando os diálogos internos competem.
E tais competições podem ser de todas as espécies, sendo que a mais comum de todas é saber ‘quem tem razão’, ‘quem é o certo’, ‘quem é o mais amado’ ou o ‘menos amado’.
Afora isso, se pode dizer que a vingança sempre ronda os relacionamentos.
E, também, se vinga de muitos modos, desde os mais grotescos até os mais sutis, como o jogar na cara uma lembrança ruim.
E tudo se esconde atrás da justiça, quem é o justo e quem é o injusto.
Ora, existe justiça e injustiça; porém, ficar viciado na busca da justiça no relacionamento conjugal é a receita certa para o legalismo relacional.
A amargura é o ‘caos’ psicológico que mais conhece o caminho do coração, especialmente nos relacionamentos conjugais.
Ou seja: os piores inimigos do casamento são as pequeninas coisas, os humores que podem despejar aquilo que fere, e as memórias que guardam ressentimentos.
Então vem o silêncio que instala o humor do relacionamento e tudo cheio de pensamentos que se transformam em energias que se tornam climas, modo, gesto, e muitas falas silenciosas.
Por: Mario Meir
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