sexta-feira, 28 de junho de 2013

Judaísmo: a religião monoteísta mais antiga


O judaísmo é a mais antiga das quatro religiões monoteístas do mundo e a que tem o menor número de fiéis. Ao todo são cerca de 12 a 15 milhões de seguidores. Segundo analistas, se não houvesse o Holocausto - matança em massa de judeus, ocorrida entre as décadas de 30 e 40 no século 20 -, o número de judeus seria de 25 a 35 milhões em todo o mundo. E muitos deles viveriam na Europa.
Atualmente, a maioria dos judeus vive em Israel e nos Estados Unidos. Na Europa, a maior comunidade judaica encontra-se na França. O judaísmo não é uma religião missionária, à procura de converter pessoas. Aqueles que se convertem, no entanto, devem observar os preceitos da Torá (a lei judaica), que incluem, entre outras coisas, a circuncisão masculina.
Origens
O começo do judaísmo como uma religião estruturada acontece com a transformação dos judeus em um povo influente através de reis como Saúl, Davi e Salomão, que construiu o primeiro templo em Jerusalém. Mas em cerca de 920 a.C, o reino de Israel se dissolve, e os judeus começam a se dividir em grupos. Essa foi a época chamada de Era dos Profetas. Em cerca de 600 a.C, o templo é destruído e a liderança israelita assassinada.
Vários judeus foram enviados para a Babilônia. Apesar de alguns serem autorizados a retornar a casa, muitos permaneceram no exílio formando aí a primeira Diáspora, que significa ¿viver afastado de Israel".

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Sopa de cebola à moda Israelense.

 ingredientes para 4 ou 5 pessoas:

4 Cebolas Grande
3 Dentes de Alhos
2 Colheres de Óleo de Canola
1 Litro de água
1 taça de vinho branco ou vinho tinto
1 ramo de cheiro verde
1 noz moscada
1 Limão
1 Batata
1 colher de sopa de sal
100 grama de queijo parmesão ou queijo prato

Modo de  Preparo

Descascar e cortar as Cebolas e os Alhos em tirar finas
Fritar as Cebolas e os Alhos com óleo de canola
Após ambos ficarem bem dourado, acrescentar um litro de água cuidadosamente para começar a cozinhar
Raspe a noz moscada e a casca do limão e acrescente-os na sopa
Picar o cheiro verde e acrescentar na sopa
Deixar cozinhar tudo por 10 minutos
Enquanto isso, cozinhe a batata, após cozida, amasse-a e dissolva-a na sopa para torná-la mais espessa
Acrescentar o vinho e deixar a sopa cozinhar por mais 10 minutos
Se você utilizar o queijo prato, pode apos cobri-la com fatias de queijo, grlhar a sopa antes de servir no forno a 250 graus e 5 minutos(muito cuidado com o forno).

Como servir.

Acrescente a sopa em pratos fundos
Coloque sobre cada prato uma ou duas fatias de queijo, elas se derreteram acrescentando mais sabor e textura.
Se você utilizar parmesão, pulverize sobre a sopa uma boa quatidade. 


domingo, 23 de junho de 2013

Conhecendo a história do povo judeu


Judaísmo (em hebraico יהדות) é o nome dado à religião do povo judeu, a mais antiga das três principais religiões monoteístas (as outras duas são o cristianismo e o islamismo).

Surgido da religião mosaica, o judaísmo, apesar de suas ramificações, defende um conjunto de doutrinas que o distingue de outras religiões: a crença monoteísta em YHWH (às vezes chamado Adonai ("Meu Senhor"), ou ainda HaShem ("O Nome") - como criador e D'us e a eleição de Israel como povo escolhido para receber a revelação da Torá que seriam os mandamentos deste D'us. Dentro da visão judaica do mundo,D'us é um criador ativo no universo e que influencia a sociedade humana, na qual o judeu é aquele que pertence a uma linhagem com um pacto eterno com este D'us.

Há diversas tradições e doutrinas dentro do judaísmo, criadas e desenvolvidas conforme o tempo e os eventos históricos sobre a comunidade judaica, os quais são seguidos em maior ou em menor grau pelas diversas ramificações judaicas conforme sua interpretação do judaísmo. Entre as mais conhecidas encontra-se o uso de objetos religiosos como o kipá, costumes alimentares e culturais como cashrut, brit milá e peiot ou o uso do hebraico como língua litúrgica.

Ao contrário do que possa parecer, um judeu não precisa seguir necessariamente o judaísmo ainda que o judaísmo só possa ser necessariamente praticado por judeus. Hoje o judaísmo é praticado por cerca de treze milhões de pessoas em todo o mundo. Da mesma forma, o judaísmo não é uma religião de conversão, efetivamente respeita a pluralidade religiosa desde que tal não venha a ferir os mandamentos do judaísmo. Alguns ramos do judaísmo defendem que no período messiânico todos os povos reconhecerão YHWH como único D'us e submeter-se-ão à Torá.
A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AEC, Abraão recebeu uma sinal de D'us para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Israel). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de D'us e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AEC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AEC.

A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de D'us para voltarem para a terra prometida, Canaã. Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de D'us sobre o mundo.

Em 721 AEC começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica. No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

BROA DE FUBÁ


3 ovos
1 copo de açúcar
1 copo de fubá
1 1/2 copo de farinha de trigo
1/2 copo de óleo
2 colheres de margarina
1 pitada de sal
2 copos de leite
1 colher rasa de fermento em pó

MODO DE PREPARO

Bata os ingredientes no liquidificador, menos a farinha de trigo e fermento em pó
Despeje em uma vasilha e misture a farinha de trigo e o fermento em pó com auxílio de uma colher,
Unte a forma com óleo e farinha de trigo e asse em forno médio por 30 minutos aproximadamente

Lasanha de abobrinha

700GRS DE ABOBRINHAS 
FATIADAS
300GRS DE QUEIJO BRANCO FATIADO
150GRS DE MUSSARELA FATIADA OU RALADA
2 TOMATES PICADOS EM RODELAS
1 CEBOLA GRANDE PICADA EM RODELAS
AZEITE E ORÉGANO A GOSTO

COMO FAZER:

EM UMA ASSADEIRA COLOQUE UM POUCO DE AZEITE FAZENDO

 A FUNÇÃO DE UNTAR, EM SEGUIDA ABOBRINHA FATIADA
  EM SEGUIDA O QUEIJO BRANCO, TOMATE, CEBOLA, AZEITE E ORÉGANO POR CIMA,  FINALIZA COM ABOBRINHA E EM SEGUIDA TAMPE A ABOBRINHA COM QUEIJO MUSSARELA, PARA GRATINAR. FORNO JÁ AQUECIDO, ASSAR POR 35 MINUTOS FOGO MÉDIO

Bacalhau

Ingredientes

1 posta de bacalhau
1 tomate vermelho
1 pimentão vermelho
1 cebola
Azeitonas pretas
2 ovos
1 batata
1 batata doce
1 cenoura
Azeite

Modo de fazer:


 tire o sal do bacalhau no dia anterior. Deixe de molho na água e vá trocando a água até o momento do preparo. Pique todos os ingredientes em rodelas, menos as azeitonas. Em uma panela grande coloque o bacalhau, os ingredientes picados, os ovos inteiros. Complete com água e coloque para ferver, aproveite para ferver os ovos junto.
Após cozimento dos legumes, escorra água, reserve apenas um pouco da água. Em uma travessa que vai ao forno, arrume todos os ingredientes. Abra os ovos cozidos e pique em rodelas também. Coloque as azeitonas. Jogue por cima um pouco da água reservada e azeite.
Leve ao forno com papel alumínio e vá controlando o momento certo para servir. Quando o bacalhau estiver assado e os legumes mais sequinhos é o ideal.
Pode-se servir junto um pouco de azeite quente para despejar por cima da posta.
Fica ótimo com vinho seco branco e arroz branco.

MOLHO DE TOMATE A MODA BAIANA


Ingredientes


• 1/2 lata de tomates pelados, escorrida (200g)
• 1 colher (sopa) de óleo de canola
• 1 dente de alho
• 1 cebola ralada
• 1 colher (chá) de pimenta calabresa seca em flocos
• 1 colher (sopa) de coentro picado
• Sal a gosto
• 1 colher (sopa) de azeite de dendê, ou a gosto

Modo de preparo

1. Corte os tomates grosseiramente. Reserve
2. Em uma panela, esquente o óleo junto com o alho,

 a cebola e a pimenta em flocos. Misture e refogue por uns minutos.
3. Acrescente os tomates. Eles vão soltar água, mas se 

ainda assim ficar muito seco adicione água gradativamente.
 Mexa com força esmagando os tomates contra o fundo da panela.
4. Desligue o fogo e passe o molho por uma peneira, apertando

 bem para soltar toda a polpa do tomate. Volte ao fogo, tempere
 com sal, coentro picado e o azeite de dendê.

BOM BOCADO DE FUBÁ DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes

• 2 ovos
• 1 1/2 xícara de açúcar
• 2 xícaras de leite
• 1/2 xícara de fubá
• 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• 1/2 xícara de coco ralado seco
• 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado
• 1 colher (sopa) de farinha de trigo

• Manteiga para untar

• Farinha de trigo para polvilhar

1. Bata todos os ingredientes no liquidificador
 Unte com manteiga uma forma de 16 x 25 cm.
Polvilhe a forma com farinha de trigo.
2. Coloque a massa na forma asse em forno
 pré aquecido (180ºC) por 50 minutos
 aproximadamente.
 Depois de frio, corte em quadradinhos.

Pão caseiro.

2 copos e 1/2 de água morno
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sal
1 ovo
1 copo de óleo
1 kg de farinha de trigo
50 g de fermento de padaria

MODO DE PREPARO
Misturar o fermento de padaria na água morna
Levar ao liquidificador o açúcar, o óleo, o sal, o açúcar, o ovo e a água com o fermento
Bater por alguns minutos
Colocar em uma bacia grande esta mistura e acrescentar o trigo aos poucos,

 misturando com as mãos
 (a quantidade de trigo suficiente se dá quando a massa não grudar em suas mãos)
Deixar crescer por 1 hora
Dividir a massa em partes e enrolar os pães
Deixar crescer novamente por 40 minutos
Levar para assar por mais ou menos 30 minutos

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A força esta em ti.

A força está em ti por isso és tão capaz de criar!
 Apenas cuida das tuas criações...
 O amor está em ti, por isso és um com D'us!
 Procura não esquecer este detalhe...
 A Beleza, a leveza, a doçura estão em ti...
 Apenas usufrui, apenas permite ser!

A compreensão, a gentileza e a alegria são
 atributos que a ti pertencem. Apenas partilha com
 os teus e verás a realidade que o Criador deixou para ti!
 Um mundo feito de amor, uma vida inteira de Bênçãos,
 um oásis no deserto não são suficientes para te 
fazerem feliz quando não é isto que Buscas para ti!

Eshet Chayil (mulher virtuosa)


Rosh Hashana 5770.

Esta festa foi maravilhosa!!!







































































































































quarta-feira, 12 de junho de 2013

Alma gêmea: mito ou verdade!

"Como posso ter certeza que a pessoa com quem pretendo me casar é minha alma gêmea? Tenho medo de assumir um compromisso tão sério sem ter certeza de que ela realmente é a segunda metade da minha alma."
Ouço essas dúvidas com muita frequência, mas tudo tem o seu momento. Há ocasiões em que é preciso estar ciente que existe uma alma gêmea. Outras vezes não devemos nem esquentar a cabeça quanto a isso!
No caso de um indivíduo solteiro, sozinho e às vezes aflito, é vital que ele tenha em mente que sua alma gêmea existe, alguém que foi criado especialmente para ele, e que esse alguém vai aparecer em sua vida – quem sabe amanhã, ou na semana que vem, ou talvez até no ano que vem. Ele deve estar completamente certo de que isso irá acontecer.
Por que pensar deste modo é "vital"? Porque senão, ele tenderá a cair na armadilha da desesperança: "Talvez eu tenha sido criado para viver solteiro... Se este é o meu destino na vida, devo me resignar a viver sozinho!"
É preciso que ele saiba sem a menor sombra de dúvida, e é dever de todos os seus próximos adverti-lo que existe alguém para todo mundo. Existe um outro momento na vida em que acreditar em alma gêmea é essencial: depois do casamento! Pois todo casamento tem seus desafios e momentos de crise. Nessas horas é vital lembrar de que se está casado com sua “alma gêmea”, sem dúvida com a pessoa realmente certa.
Pensar assim é essencial pois senão, seria possível passar a vida toda pensando: "E se eu tivesse me casado com outra pessoa?" Temos que ter convicção de que cada casamento é uma combinação de D’us. Que a pessoa com quem se convive é a sua alma gêmea e que ambos perfazem um todo. Por isso, vale a pena se dedicar e investir no relacionamento conjugal para que se fortaleça e se renove cada vez mais.
Existe, porém outro momento no ciclo da vida no qual a crença na alma gêmea pode ser contra produtiva: é a época em que um casal está se conhecendo, saindo, namorando, ou qualquer que seja a terminologia. Nesta fase deve-se enxergar a pessoa real à sua frente, conhecer sua personalidade, caráter, valores e aspirações. Alguém conhece os meandros de sua própria alma, para pretender enxergar a alma dos outros? Nesse estágio do relacionamento mais importante é avaliar se a pessoa ao seu lado se é boa, se compartilha das mesmas crenças que você, se há boa comunicação entre vocês, se os dois andam na mesma direção, se têm os mesmos objetivos na vida.
Para concluir, qualquer que seja a fase é necessário parar de ficar esperando sinais do céu. Os sinais estão aqui na terra. Se você encontrar uma conexão com alguém que é bom pra você, não deixe passar a chance de manter essa sintonia pelo resto da vida. E deixe a conexão das almas nas mãos de D’us!

Casamento judaico

 O casamento judaico é um pouquinho diferente… A gente não tem nenhuma obrigação ou costume de casar na sinagoga…
Aqui em São Paulo tem alguns casamentos que acontecem na sinagoga, mas isso não é de nenhuma tradição ou costume específico…

 Um item fundamental para a cerimônia judaica é a Chupá (pronuncia-se hupá). No caso dos casamentos católicos seria o altar.
A Chupá deve ter quatro “pilares”, deve ser aberta dos lados e coberta em cima. Ela simboliza passado, presente e futuro, e representa um novo lar a ser formado pelos noivos, cercado pela família e pelos amigos.
Alguns casais seguem o costume de realizar a cerimônia ao ar livre! Mas, é um costume e não uma obrigação…

 Para os noivos o dia do casamento judaico é como um Yom Kipur (dia do perdão) pessoal.
A tradição diz que neste dia D´us perdoa ambos pelas transgressões cometidas antes, para que os dois possam começar uma vida nova juntos, em um estado totalmente puro.
E é por isso que a noiva costuma vestir cores claras, para representar esta pureza!


 Na minha opinião a parte mais bonita é o momento antes da noiva entrar!
Antes da noiva, o Hazan entra cantando a música “Boi BeShalom“, que significa “Venha em paz“…




  A questão das madrinhas é um costume de cada país!

No Panamá e nos Estados Unidos, por exemplo, os casamentos judaicos tem “madrinhas e padrinhos”… Não chamamos assim, mas a ideia é a mesma, já que os amigos dos noivos entram e ficam na chupá durante a cerimônia! Mas a comunidade judaica do Brasil não tem este costume…
É mais comum entrar apenas as família… Pais e irmãos, basicamente!

  A noiva entra com seu pai e o rosto descoberto… O pai entrega sua filha ao noivo e recita uma benção!

Ao ser entregue ao noivo, ele cobre o rosto da noiva com o véu e então eles caminham juntos até a chupá… O significado tem algumas origens bíblicas e também simboliza que o noivo não esta interessado em sua beleza exterior, pois ela se vai com o tempo e somente seu interior permanece!


 Ao chegar na Chupá, a noiva deve dar sete voltas ao redor de seu noivo.
Para as sete voltas eu já escutei algumas explicações…
Já ouvi que uma vez que o mundo foi criado em sete dias, metaforicamente é como se a noiva estivesse construindo as paredes da nova casa do casal… Ou que as sete voltas lembram a queda da muralha de Jericó, e dessa forma a noiva circula o noivo para quebrar qualquer barreira que possa existir entre os dois!

Duas taças de vinho são servidas na cerimônia de casamento judaico…
O vinho é um símbolo de alegria na tradição judaica e está associado com o Kidush, a reza de santificação recitada no Shabat e nas festividades.
Os noivos devem beber o vinho no mesmo copo, num gesto de partilha total.


 Na hora de entregar o anel, o noivo deve dizer:

Transcrição:  “Harey at mekudeshet li betaba’at zo kedat Moshe veYisra’el
Tradução: “Eis que você está prometida a mim com este anel, de acordo com a Lei de Moisés e Israel.”

Quando o noivo dá à noiva o anel de casamento, ele declara a sua esposa que ela está prometida em casamento a ele com o anel, de acordo com a Lei de Moisés e Israel.
Então coloca o anel no dedo indicador da mão direita de sua noiva.


Um dos símbolos mais marcantes em uma celebração de casamento judaico é a quebra do copo pelo noivo, em que todos os convidados gritam “Mazal Tov” (que significa “boa sorte”).
O noivo quebra este copo, que é colocado no chão, para recordar a destruição do antigo Templo de Jerusalém. A quebra do cristal também faz alusão ao equilíbrio entre os momentos felizes e tristes que serão enfrentados ao longo da vida.


Logo depois da cerimônia, tem a festa!
As festas judaicas tem o costume de ser muito animadas! A maioria dos convidados comparece neste dia com o intuito de alegrar os noivos neste dia tão especial!!
Nos casamentos ortodoxos costuma ter uma divisão no salão, onde as mulheres dançam de um lado e os homens de outro…
Estas são apenas algumas curiosidades do casamento judaico… É lógico que existem muitas outras,
obrigada.

15 de Av... Amor e Renascimento...



A menção do mês de Av nos faz automaticamente ligar com o trágico acontecimento que nele ocorreu - o dia de Tish'á Beav, onde, entre outras desgraças, os dois Templos Sagrados foram destruídos. Após o difícil período das três semanas, em que mantemos costumes de luto, começa o período de consolo, em que D'us volta-se a nós, após termos retornado a Ele.
No dia quinze de Av - Tu Beav, o contraste torna-se mais aparente. Este é um dia de alegria, em que vários acontecimentos positivos aconteceram ao longo da história. Todos eles, marcam o término de algum fato negativo que estava ocorrendo em nosso povo. A demonstração de que D'us não mais estava irado conosco. Já pagamos pelos nossos atos. Nosso Pai nos espera agora de braços abertos. Está na hora de voltar...
Uma pesquisa no Código da Lei Judaica não revela observâncias ou costumes para esta data, exceto pela instrução que, a partir de quinze de Av, deve-se aumentar o estudo de Torá, pois nesta época do ano as noites começam a alongar-se, e "a noite foi criada para o estudo." E o Talmud nos diz que, muitos anos atrás, as "filhas de Jerusalém iam dançar nos vinhedos" em quinze de Av, e "quem não tivesse uma esposa podia ir até lá" para encontrar uma noiva.
E este é o dia que o Talmud considera a maior festa do ano, bem perto de Yom Kipur!
Vamos explicar aqui um pouco sobre cada fato que ocorreu nesta data. Esperamos que, se D'us Quiser, neste ano seja somada a lista a união total entre nosso povo e Hashem, com a vida de Mashiach, que tanto ansiamos e necessitamos.

 1 - O dia em que acabaram-se os mortos do deserto

Após o pecado dos espiões, em que o povo, guiado por seus líderes, não confiou nas palavras de D'us e não quis entrar na Terra de Israel, esta geração foi condenada a uma jornada de quarenta anos no deserto, até que todos acabassem falecendo, e então a geração mais nova ingressaria na Terra. Como o pecado ocorreu em Tish'á Beav, as mortes também ocorriam nesta data. Neste dia, todas as pessoas cavavam covas para si mesmas, e dormiam dentro delas. No dia seguinte, os que estavam vivos levantavam-se, e eram sempre quinze mil o número daqueles que pereciam.
No último Tish'á Beav antes da entrada na Terra de Israel, todos os que haviam deitado dentro de suas covas, levantaram-se no dia seguinte. A princípio, pensaram que tivesse havido algum engano na contagem dos dias, e por este motivo, continuaram a dormir nas covas nos dias que se seguiram e continuaram vivos, até que no dia 15 viram a lua cheia, e tiveram certeza que o dia de Tish'á Beav havia passado sem que ninguém falecesse.

2 - Casamentos entre as tribos e entre o povo e a tribo de Binyamin foram permitidos

Desde a entrada na Terra de Israel, até o acontecimento de "Pileguesh Baguiva" (em que a tribo de Binyamin foi penalizada por seu comportamento incorreto), havia dois tipos de casamentos que foram proibidos:
a - Casamentos entre as tribos: esta proibição foi transmitida por Moshê. Uma filha que tivesse herdado um terreno de seu pai, não poderia casar-se com um homem pertencente a outra tribo, pois desta forma, o terreno passaria a pertencer também a seu marido, prejudicando a tribo da qual ela provinha que perderia o direito sobre as terras. (Os primeiros quatorze anos na Terra de Israel foram dedicados à conquista e distribuição das terras entre as tribos.)
b - Casamentos entre qualquer tribo e a tribo de Binyamin: Após o acontecimento de Pileguesh Baguiva, o povo fez a seguinte promessa: "Nenhum de nós dará sua filha a Binyamin por esposa."

Após anos, os Sábios analisaram estas proibições e, sob inspiração Divina, chegaram a conclusão que os casamentos eram proibidos apenas por um certo período. Os casamentos entre as tribos foram proibidos por quatorze anos, tempo marcado pela ausência de uma demarcação fixa de terra que seria mais tarde destinada a cada tribo, o que naquela época impossibilitava as transferências de terra. Passado este período, a transferência das terras tornou-se viável.
Os Sábios também provaram, que a promessa de não casar-se com a tribo de Binyamin era apenas para aquela geração, pois disseram: "Nenhum de nós" - e não "Nenhum de nosso filhos".
As duas permissões foram dadas no mesmo dia: em Tu Beav. Por isso, este dia foi marcado por grande alegria e união entre nosso povo.


3 - O dia em que foi permitida a subida à Jerusalém

O perverso rei de Israel, Yerovam ben Nevat, havia retirado o trono real de Jerusalém, que D'us havia indicado como o centro do povo. Este postou dois bezerros de ouro, um em Dan e um em Bet El, para que o povo os idolatrasse. Contudo, muitas pessoas do povo continuaram subindo para Jerusalém, que sempre fora o centro espiritual do povo. Para impedi-los de ir a Jerusalém, Yerovam espalhou várias barreiras e guardas nos caminhos que as levavam até lá.
Estes obstáculos existiram até os últimos dias do reinado de Israel, quando o rei Hoshea ben Ela os anulou, e declarou: "Todo aquele que deseja subir a Jerusalém, que suba". Isto ocorreu no dia de Tu Beav, e foi motivo para grande alegria.
Apesar deste grande feito, o rei acabou sendo castigado. Antes dele, o povo também era idólatra, porém, a culpa recaiu sobre o rei, que não permitia que eles fossem a Jerusalém a procura de sua verdadeira espiritualidade. Hoshea permitiu que subissem a Jerusalém, dizendo "quem quiser - que vá". Porém, sua obrigação como rei era encorajar o povo a fazê-lo, coisa que nem ele mesmo fazia, por também não andar no bom caminho. Enquanto a culpa pertence ao indivíduo, D'us não castiga o povo. Porém, quando Hoshea anunciou a permissão, todo o povo foi culpado por não ter subido à Jerusalém, e por este motivo, acabaram sendo exilados.


5 - Os mortos de Betar foram enterrados

Adriano, o perverso imperador romano, havia feito um genocídio na cidade de Betar, e para ter maior prazer com a derrota dos valentes sábios judeus, deixou seus corpos abandonados, jogados em um vinhedo. Após um certo tempo, ascendeu um novo rei que permitiu que estes corpos fossem finalmente enterrados. Todo o povo uniu-se para cuidar do enterro de seu irmãos. Isto ocorreu no dia de Tu Beav.
Nesta data, os Sábios acrescentaram a bênção de Hatov Vehametiv - o "Bom que faz o bem", no Bircat Hamazon. E explicaram: "O Bom" - pois os corpos não apodreceram enquanto não haviam sido enterrados. E "que faz o bem" - pois fez com que acabassem sendo enterrados.

Assim como nós abençoamos D'us pelos milagres que faz, devemos abençoa-lo por acontecimentos que não nos parecem tão positivos, e acreditar que tudo que vem Dele é para o bem.

Fonte: pt chabad

Seguir seus próprios sentimentos / conselhos.

"Como é feliz aquele
que não segue o conselho dos ímpios,
não imita a conduta dos pecadores,
nem se assenta na roda dos zombadores!
Ao contrário, sua satisfação
está na lei do Senhor,
e nessa lei medita dia e noite.
É como árvore plantada
à beira de águas correntes:
Dá fruto no tempo certo
e suas folhas não murcham.
Tudo o que ele faz prospera!


Não é o caso dos ímpios!
São como palha que o vento leva.
Por isso os ímpios
não resistirão no julgamento,
nem os pecadores na comunidade dos justos.


Pois o Senhor aprova o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios leva à destruição!"

"Algumas vezes na vida


Nova Aliança SP: 10-08-2012.

"Algumas vezes na vida, você encontra um alguém especial.
 Alguém que muda sua vida simplesmente por estar nela.
 Alguém que te faz rir até você não poder mais parar.
 Alguém que faz você acreditar que realmente tem algo
 bom no mundo. Alguém que te convence que lá tem
 uma porta destrancada só esperando você abri-la.
 Isso é maravilhoso. Quando você está pra baixo
 e o mundo parece escuro e vazio, esse alguém te
 põe pra cima e faz com que o mundo escuro e vazio 
fique bem claro. Ele sempre te ajuda nas horas difíceis, 
tristes e confusas. Se você se virar e começar a caminhar,
 simplesmente te segue. Se você perder seu caminho,
 ele te guia e te põe no caminho certo. Este Alguém 
segura sua mão e diz que vai ficar tudo bem. Pois,
 seu amor é para sempre, e para sempre não tem fim."

terça-feira, 11 de junho de 2013

FLORES EM NOSSAS VIDAS


 

Orquídeas que se desabrocharam,
Anos que se foram e não mais voltarão,
Lembranças que no passado ficaram,
Saudades que no futuro permanecerão...

Rosas nas manhãs de setembro,
Orvalhos em labirintos de solidões,
Emoções vividas e jogadas ao vento,
Espinhos cravejados em nossos corações...


Flores que cultivamos pela vida afora,
Flores que testemunharam o triste Adeus,
Flores que murcharam quando foi embora,
Flores que jogaram por terra os sonhos meus...

Onde andará a mais bela flor do meu jardim?
Onde estará a rosa mulher que tanto me marcou?
Onde andará a orquídea que não quer se desenraizar de mim?
Onde encontrarei a felicidade, se contigo, pra bem longe a levou?

 Moacir S. Papacosta:

terça-feira, 4 de junho de 2013

Tempo Certo


Nova Aliança SP.

De uma coisa podemos ter certeza:
 de nada adianta querer apressar as coisas;
 tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto. 
Mas a natureza humana não é muito paciente.
 Temos pressa em tudo e aí acontecem os atropelos do destino,
 aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de
 não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer:
 Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais. Quando alguma coisa está

 para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações
 do cotidiano enviarão sinais indicando o caminho certo. Pode ser a 
palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
 Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no
 lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou 
da pessoa certa.

Basta você acreditar que nada acontece por acaso. Talvez seja por

 isso que você esteja agora lendo estas linhas. Tente observar melhor
 o que está a sua volta. Com certeza alguns desses sinais já estão por 
perto e você nem os notou ainda. Lembre-se, que o universo sempre
 conspira a seu favor quando você possui um objetivo claro e uma
 disponibilidade de crescimento.


PRECES PELA MANHÃ, TARDE E NOITE para iniciantes... De manhã:



1. Recite o MODE ANI LEFANECHA, logo no inicio de qualquer Sidur.
2. Logo após, lave as mãos como se fazia no Beit Hamikdash, despejando água de uma caneca três vezes em cada mão alternadamente.
3. Daí recite as BENÇÃOS DA MANHÃ (BRACHOT HABOKER), também no começo do Sidur, que são 13 rezinhas uma atras da outra, que começam agradecendo a HaShem por fazer o galo distinguir entre o dia e a noite.
4. Então você fala o Shema Israel, só a frase principal.
5. E conclui com o Aleinu Leshabeach, que está no final de cada oração do dia.

Note que eu pulei a reza da AMIDÁ que é a principal para você que está começando.

De tarde:

1. A reza é curtinha então aconselho a fazer a AMIDÁ, que é a principal reza do Sidur e tem 18 rezas. Procure no índice segundo TEFILAT MINCHÁ.
2. Ela começa com BARUCH ATA HASHEM ELOHEINU VE ELOHEI AVOTEINU, ELOHEI AVRAHAM, ELOHEI ITZCHAK VE ELOHEI YAACOV.
3. Termina com OSSE SHALOM BIMROMAV, HU YASSE SHALOM ALEINU etc.
4. A gente reza a AMIDÁ em pé e quase em silêncio, como que sussurrando.
5. Depois que aprender bem a AMIDÁ, inclua na manhã e à noite também.

De noite:

1. A gente fala o SHEMA ISRAEL seguido de VEAHAVTA ET HASHEM ELOHEICHA, como está logo abaixo nesta mesma pagina.
2. Quem estiver mais treinado pode até chegar na palavra EMET. São três trechos no total e está em qualquer Sidur. Procure no índice como TEFILÁ ARVIT.

Isto aqui foi só um micro-Sidur, para você começar a se familiarizar com a reza e se sentir dentro do esquema quando estiver no Shil.

Rezar em Hebraico é o nível espiritual mais elevado, mas você pode rezar em Português se sentir que isto te dá mais KAVANÁ (sentimento e intenção na reza)

O SHEMÁ
Recitamos uma vez antes de deitar-se e uma vez pela manhã:

SHEMÁ ISRAEL, ADONÁI ELOHÊINU, ADONÁI ECHAD
(Ouça Israel, HaShem é nosso Deus, HaShem é Uno)

Logo após recitar o Shemá dizemos baixinho:
Baruch Shem Kevod Malchutó Leolam Vaêd
(Bendito Seja o Nome de Sua Majestade para todo o sempre)

Ve ahavta et Ado-nai Elo-heicha bechol levavechá, uvechol nafshechá uvechol meodecha, vehaiú hadevarim ha'ele asher anochi metzavechá haiôm al levavecha, veshinantam lebanecha vedibarta bam, beshivtecha, bevetecha uvelechtecha baderech uveshochvecha ubekumecha, ukshartam le'ot al iadêcha ve haiu letotafót bein einêcha uchtavtam al mezuzot beitecha uvishearecha.

(E você amará a HaShem teu D-us com todo o teu coração, com todo o teu espirito e com todas as tuas posses, e estas serão as palavras que estou te ordenando hoje ao seu coração e você as ensinará a teus filhos para que eles as repitam e você as recitará no descanso de sua casa e quando estiver a caminho e quando se deitar e quando se levantar e as atará como sinal nos seus braços e como indicativos entre os teus olhos e as escreverá nos umbrais das suas portas).