Valorize dentro de você a veracidade da existência do Criador, saiba que não existe nada fora Dele, e só então poderá atravessar esse mundo em paz.
“A Cabalá sugere que o maior desafio
para nós, seres humanos, é manter nossa individualidade e, ao mesmo tempo, ter um relacionamento com D'us”.
D'us é uma realidade abrangente, e se estivéssemos conscientemente cientes da realidade de D'us, deixaríamos de existir.
Mas nós existimos, porque D'us ocultou Sua luz para abrir espaço para outra entidade chamada nós…
E, no entanto, a transcendência… isto é, cruzar a linha da realidade onde D'us está oculto para a realidade onde D'us é revelado, mas continuamos existindo mesmo assim,
- é possível.
O céu e a terra podem se casar, podem se unir e podemos nos tornar um com a Divindade.
Uma existência definida como a nossa, com parâmetros físicos, pode tornar-se una com o que é completamente indefinido. Isso pode acontecer porque fomos criados à imagem de D'us…
temos santidade dentro de nós…
E podemos nos conectar com D'us dentro de nós mesmos… tirando nossos egos egoístas do caminho para que a santidade possa vir à tona…
A única coisa que é eterna é uma coisa que não é movida por si mesma, seu próprio combustível.
O que quer que seja movido por seu próprio combustível, embora possa ser muito poderoso, é limitado. É por isso que pretendemos superar o eu para nos conectarmos com o eterno, para que também possamos nos tornar eternos. E fazemos isso agindo como os seres sagrados que somos… Somos ordenados na Torá…
Que é nosso guia para a vida e nosso guia para a libertação da escravidão aos aspectos físicos da vida…
para sermos santos, como D'us.
"Você será santo, porque eu, o Senhor seu D'us, sou santo."
Levítico 19:2 Isso significa ser compassivo, porque D'us é compassivo… Significa ser paciente, gentil, justo, amoroso, criativo… Quando nos tornamos santos como D'us, nos conectamos com D'us Pergunte a si mesmo nesse dia…
Você quer se conectar com a imagem Divina dentro de você? Ser santo é um objetivo em sua vida? Com que frequência suas ações se aproximam da santidade?
- Considere o que seria necessário para você se conectar com a parte de você que é sagrada.
Se malévolos me atacam e me pretendem destruir; tropeçam e caem.
Ainda que me cerque um exército, não se deixará abalar meu coração e mesmo que desfechem guerra contra mim, minha fé permanecerá inabalável.
Um anseio manifestei ao Eterno e sua realização buscarei – que eu habite em Sua morada por todos os dias de minha vida, a fim de poder contemplar Sua Glória e buscar a compreensão de Seus Mandamentos.
Se uma calamidade ocorrer, Ele me abrigará em Seu tabernáculo; guardar-me-á no recôndito de Sua Tenda, erguer-me-á acima do cume das montanhas.
Protegido contra os inimigos que me quiseram destruir, trarei então oferendas de gratidão à Sua tenda e entoar-Lhe-ei canções de louvor.
Escuta, ó Eterno, minha voz, apieda-Te de mim e concede-me Tua resposta quando a Ti eu clamar.
Meu coração compreendeu Teu Mandamento – “Buscai Minha Presença” – e Tua Presença ele busca.
Não ocultes de mim Tua face e não me afastes de Ti em ira. Tu tens sido meu socorro, portanto não me abandones e não me olvides, ó Deus de minha salvação!
Me abandonaram meu pai e minha mãe, mas o Eterno me acolheu.
Ensina-me Teus caminhos, guia-me pela vereda dos justos e protege-me dos que me odeiam.
Não permita que prevaleça contra mim o furor dos inimigos que caluniam e trilham as sendas da violência.
Eles me fariam desesperar, não fora minha fé perseverante de que alcançaria neste mundo a bondade do Eterno.
Confia pois Nele!
Assim, fortalecer-se-á teu coração por depositares no Eterno toda a tua esperança!
Vários alimentos simbólicos são ingeridos na refeição da primeira noite de Rosh Hashaná, e um pedido é recitado para cada alimento. Este costume é baseado em um ensinamento talmúdico: "Presságios são significativos;
por isso cada pessoa deveria comer no início do ano abóboras, beterrabas, tâmaras e alhos-poró."
Maçã
Mergulhamos uma fatia de maçã doce no mel, recitamos a bênção da fruta (Borê Peri Haêts) e falamos: "Yehi ratson milefanêcha shetechedêsh alênu shaná tová umetucá".
"Possa ser Tua vontade renovar para nós um ano bom e doce ".
Chalot Redonda
As chalot servidas em Rosh Hashaná são redondas, símbolo de continuidade e eternidade, como o círculo que não tem começo nem fim; sem ângulos, nem arestas, um pedido para um ano sem conflitos. Costuma-se mergulhar o pão no mel em vez do sal habitual, em todas as refeições desde Rosh Hashaná até o sétimo dia de Sucot.
Mel
O valor numérico da palavra "dvash" (mel) equivale ao valor de "Av Ha'Rachamim" (Pai Misericordioso): assim o mel representa a esperança de que a sentença decretada pelo Supremo Juiz seja amenizada pela Sua compaixão.
Frutas e alimentos especiais
É costume comer carne e vinho doce ou qualquer bebida doce nesta refeição, para ter um ano farto e doce. Na segunda noite de Rosh Hashaná, imediatamente após o kidush, costuma-se ingerir uma fruta nova, a primeira vez que comeríamos nesta estação, a fim de pronunciarmos a bênção de Shehecheyánu.
Há quem costume recitar uma prece especial (Yehi ratson) antes de ingerir qualquer um dos seguintes alimentos.
Conforme o costume Chabad, Yehi ratson só é recitado ao ingerir a maçã com mel.
Os sefaradim colocam no centro da mesa uma cesta (Traskal) contendo diferentes espécies de frutas que contém muitas sementes, para que as boas ações sejam numerosas no ano vindouro além de alimentos especiais entre os quais maçã, alho poró, acelga, tâmara, abóbora ou moranga, feijão roxinho, romã, peixe e cabeça de carneiro (que pode ser substituída por língua de boi ou cabeça de peixe).
Antes de ingerir cada um dos nove alimentos recita-se um "Yehi Ratson" especial:
Alho-Poró
"Yehi Ratson milefanêcha sheyicaretu oyvêcha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam exterminados Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".
Acelga
"Yehi Ratson milefanêcha sheyistalecu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam removidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".
Tâmara
Costuma-se ingeri-la para que acabem nossos inimigos (em hebraico, yitámu, parecido com tamar).
"Yehi Ratson milefanêcha sheyitámu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu".
"Possa ser Tua vontade que sejam consumidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".
Abóbora moranga ou cenoura
A palavra "mern", em yidish, pode ser traduzida como "cenoura" e também como "se multipliquem". Por isto comemos cenoura - para que os méritos se multipliquem.
"Yehi Ratson milefanêcha sheticrá rôa guezar dinênu, veyicareú lefanecha zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que o decreto ruim de nossa sentença seja rasgado em pedaços, e que nossos méritos sejam proclamados perante Ti".
Feijão roxinho
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos se multipliquem".
Romã
Costuma-se ingerir em sinal para que aumentem nossos méritos como os caroços da romã. Há uma explicação que a romã possui 613 caroços - o número das mitsvot da Torá.
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu carimon".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos cresçam em número como [as sementes] da romã".
Peixe
"Yehi Ratson milefanêcha shenifrê venirbê cadaguim; vetishgach alan beená pekichá".
"Possa ser Tua vontade que nós nos frutifiquemos e nos multipliquemos como peixes; e cuida de nós com olho aberto [atentamente]".
Cabeça de carneiro, língua ou peixe com cabeça
Costuma-se ingerir um destes alimentos para que sejamos cabeça e não cauda:
- de carneiro, para lembrar o mérito do sacrifício de Yitschac que foi substituído por um carneiro.
- de peixe, para que o ser humano se multiplique como os peixes.
"Yehi Ratson milefanêcha shenihyê lerosh velô lezanav".
"Possa ser Tua vontade que sejamos como a cabeça e não como a cauda".
Ingredientes que devem ser evitados👎
👎Não se come nada temperado com vinagre em Rosh Hashaná ou raiz forte para não ter um ano amargo. Nozes também não devem ser ingeridas nestes dias. Um dos motivos é porque as nozes provocam pigarro que pode atrapalhar as orações do dia; outro motivo é que o valor numérico da palavra egoz (noz) corresponde ao da palavra chet (pecado) sem o alef.
Por Chana Helen Rosenberg
Fonte Pt.Chabad.org
Fotos da net.
A iluminação pode ser fornecida de duas maneiras. A pessoa pode ser uma fonte de luz, ou pode refletir a luz vinda de outro local, como um espelho.
A luz de Moshê era original. Embora Yehoshua não fosse destituído de originalidade, sua contribuição mais importante foi que ele refletiu a luz de Moshê, tornando-se assim um dos líderes mais notáveis de Israel.
"A alma do homem é a lamparina de D’us" (Mishlê 20:27). Todos têm a responsabilidade de lançar luz sobre o mundo. Algumas pessoas podem gerar luz, ao passo que outras podem iluminar o mundo ao refletirem a luz.
Para refletir a luz, deve-se ficar perto de uma fonte geradora de luz. O espelho mais polido não pode refletir qualquer luz se for mantido no escuro.
Se nos associarmos com aqueles que são espirituais, nós também brilharemos, e ajudaremos a espalhar a sua luz. E sobre aqueles que espalharam luz e foram recolhidos para iluminar os céus, que seu exemplo e sua memória possam iluminar nossos caminhos na Terra até a chegada de uma nova era.
No momento há um silêncio para reflexão e para em seguida tomar decisões capazes de refinar nosso comportamento e ações, enquanto nossos representantes no Tribunal Celestial pleiteiam para que a metamorfose ocorra imediatamente, quando a luz emanará de Mashiach e todos voltarão a brilhar no mundo físico unido para sempre ao espiritual.
Que seja imediatamente!
Saquarema 22 de Abril de 2022/ Nissan 5782
Um dos mais importantes elementos de Pêssach, a festa que celebra a liberdade do povo judeu, é que serve como uma preparação para a completa e eterna Redenção, através da vinda de Mashiach. Assim, o versículo declara: "Revelarei maravilhas [ao tempo da Redenção Final que serão] similares [àquelas que foram reveladas] ao tempo do êxodo do Egito." De fato, o êxodo do Egito tornou possíveis todas as redenções subsequentes, bem como tornará a final.
Os primeiros dias de Pêssach estão mais relacionados ao êxodo do Egito, enquanto que os últimos dois estão conectados à Redenção final. Isto também pode ser observado através da leitura da Haftará durante os dois últimos dias.A Haftará do sétimo dia de Pêssach é a Canção de David, pois neste dia (bem como no último dia de Pêssach), há uma referência à Mashiach, descendente de David. Acontece principalmente a respeito da Haftará no último dia, a qual fala diretamente sobre a Redenção vindoura.
Durante estes dois últimos dias de Pêssach, a maior ênfase na Redenção final encontra-se no último dia, Acharon shel Pêssach, quando a Haftará fala aberta e longamente sobre a Redenção vindoura, e sobre a personalidade do próprio Mashiach, condutor do mundo àquele tempo, e da colheita dos judeus.
A relação entre Acharon shel Pêssach e a Redenção vindoura foi revelada de forma ainda mais aprofundada pelo Báal Shem Tov, que instituiu uma terceira refeição especial, antes do término de Pêssach, chamando-a "Seudat Mashiach", porque "este dia é iluminado por um raio da luz de
Mesmo antes do Báal Shem Tov instituir esta refeição adicional, Mashiach era comemorado pela Haftará especial recitada em Acharon shel Pêssach. Qual o significado de celebrar algo tão elevado como a Redenção futura com uma refeição material a mais?
Comemorando a Redenção vindoura de tal modo, faz com que seu brilho permeie o indivíduo não somente em pensamento e fala (algo conseguido ao recitar-se a Haftará), mas também no corpo físico. Dessa maneira este conceito é assimilado dentro do próprio corpo da pessoa. Além disso, celebrar e comemorar por meio de uma refeição salientam a santidade que permeará todo o mundo físico quando Mashiach vier. Pois àquele tempo "a glória de D'us será revelada, e toda carne contemplará..." Esta influência do espiritual sobre o material é melhor percebida pela santificação do alimento.
Pois um judeu faz uma refeição comum com a intenção de trazer santidade a este mundo, mais ainda com respeito a uma refeição num dia sagrado!
Seguramente, então a "Seudat Mashiach" anual em Acharon shel Pêssach nos permite compreender melhor como toda a parte física será imbuída de santidade ao tempo da Redenção.
O efeito deste evento especial certamente não se limita ao próprio dia de Acharon shel Pêssach. Ao contrário, a idéia é afetar o judeu durante todo o ano, de tal maneira que tudo que faça em relação ao mundo físico seja permeado com santidade e espiritualidade, como a espiritualidade que impregnará o mundo quando da chegada de Mashiach.
A lição de Acharon shel Pêssach, entretanto, não está limitada à relação do ser humano ao mundo físico; relaciona-se também ao âmago de cada alma judia. Acharon shel Pêssach proporciona a cada judeu revelar este âmago durante todo o ano, e desse modo servir a D'us com cada fibra de seu ser.
Sétimo dia
Leitura da Torá
A leitura da Torá (Êxodo 13:17-15:26) descreve as experiências de Israel após o êxodo.
Faraó mobiliza o exército egípcio e começa sua perseguição aos israelitas em fuga. Quando Moisés e os filhos de Israel chegam ao Mar Vermelho, Moisés ergue sua vara, as águas se separam e os israelitas são milagrosamente salvos. Quando os egípcios chegam à água, eles ficam atolados, afundam e se afogam.
Moisés e os filhos de Israel cantam um magnífico cântico de ação de graças.
Leitura de Haftará
A Haftará, Segundo Samuel 22, se conecta ao tema da ação de graças na leitura da Torá.
Na Haftarah, o rei Davi compõe sua própria canção de agradecimento a Deus por todas as suas vitórias e livramentos do inimigo.
A Haftarah conclui com esta frase, que também é incluída na conclusão da graça após as refeições: “Uma torre de salvação do seu rei, que mostra misericórdia ao seu ungido, a Davi e a seus herdeiros para sempre” (Segundo Samuel 22:51).
Oitavo dia
Leitura da Torá
A leitura da Torá para o oitavo dia da Páscoa (Deuteronômio 15:19-16:17) trata de uma variedade de leis, incluindo aquelas relacionadas aos dízimos, ao ano da soltura, à soltura dos escravos e uma descrição abrangente das três festas de peregrinação.
Leitura de Haftará
A Haftarah, do Livro de Isaías (Isaías 10:32-12:6), começa com uma previsão de que a Assíria será derrotada.
Esta profecia se torna realidade. A Haftarah continua com a mensagem de esperança de Isaías de que os israelitas serão novamente reunidos das terras de exílio e retornarão a Israel.
A Haftará também contém a famosa grande visão da Era Messiânica, quando a paz e a harmonia reinarão supremas entre todas as pessoas. Como a Haftará contém várias alusões à redenção do Egito, foi especialmente escolhida para ser cantada no último dia da Páscoa.
A Canção das Canções
Costuma-se ler o livro bíblico Cântico dos Cânticos.
A tradição rabínica interpreta o livro como uma canção de amor, onde o “amado” é entendido como Deus e “ a noiva” para significar a congregação de Israel.
Essa tradição tornou o Cântico dos Cânticos especialmente apropriado para a Páscoa, porque marcou, por assim dizer, o início do namoro de Israel e Deus antes que, metaforicamente falando, eles finalmente se casassem no Monte Sinai pela aceitação da Torá por Israel.
Outra razão dada para a leitura deste livro na Páscoa é que é uma canção da primavera.
Para o poeta e o cantor, a primavera é sinônimo de esperança e felicidade. A esperança de um povo está em sua liberdade e em seu apego à lei de Deus.
Esta também é a lição da Páscoa, pela qual o povo de Israel lutou desde que deixou a servidão egípcia, e esta é a mensagem eterna que deseja transmitir a toda a raça humana.
Extraído com permissão do Guia de cada pessoa para a Páscoa ( Jason Aronson, Inc ).
O Egito representa um estado mental, psicológico e espiritual, significa limites e barreiras. A saída do Egito representa, portanto, a capacidade de nos libertar de nossas limitações, rompermos as barreiras e superarmos os obstáculos. O auge desse processo interior de superação e liberdade está representado na abertura do mar. O mar, de acordo com a Cabalá, representa ocultação, um véu que encobre a presença de D-s e a verdadeira essência do ser humano. Portanto a abertura do mar significa a capacidade do ser humano de revelar e descobrir o D-s oculto, bem como trazer à tona as riquezas espirituais profundamente enraizadas em nosso interior. A abertura do mar é a abertura de novos horizontes. É a redescoberta da identidade interior.
Muitas vezes em nossas vidas nos deparamos diante de um "mar" repleto de problemas de todos os tipos. Parece que estamos sendo perseguidos e cercados por todos os lados, sem escapatória. Não temos tempo para a família, para nós mesmos e para aquilo que realmente importa. Os obstáculos parecem intransponíveis e nossas forças se esgotam. Porém, é nesses momentos que devemos lembrar que este "mar" é somente um véu, uma ocultação, que em verdade visa provocar a revelação da presença divina e do nosso eu interior.
Devemos transformar o mar em terra firme, revelando o que temos de melhor. Infelizmente um grande mar, resultado dos problemas do dia a dia, não possibilita a apreciação do nosso tesouro interior. O que D-s deseja de nós é que tenhamos suficiente fé e coragem de acreditarmos nesse potencial e nos dedicarmos a revelá-lo em nosso cotidiano.
Uma pequena história pode ilustrar isso de maneira mais clara.
Dois camponeses russos, Yuri e Ivan, conversavam. Yuri se vira para Ivan e afirma:
"Não quero mais pagar impostos ao czar".
"Por quê?" questionou Ivan.
"Você sabe onde produzem os rublos? No próprio palácio do czar! Por que ele não fica com todos os rublos que deseja e deixa nossos rublos em paz!", respondeu indignado Yuri.
"Ah, você não entende as coisas Yuri. O czar não quer simplesmente ter rublos, ele quer os SEUS rublos".
Apesar de D-s ser a fonte da bondade, Ele não quer simplesmente a bondade, Ele quer a bondade que vem de você. Aquilo que só você é capaz de dar. D-s quer que possamos enxergar através das águas de nossas almas e libertarmos nossa essência interior de forma completa. A cada ano vivenciamos esse milagre, tornando visível nossa riqueza interior aplicada na prática do dia a dia. Este é o nosso rublo, que aproximará a vinda do Mashiach brevemente em nossos dias.
Shabat Shalom e Pessach Kasher veSameach
Rabino Gabriel Aboutboul
Saquarema RJ Brasil. Pêssach 5782.
SHABAT SHALOM PÊSSACH KASHER VESAMÊACH
Shabat e Pêssach em casa com minha família e amigos.
Saímos do Egito unidos, como um só povo. Somente quando voltarmos a nos unir seremos libertados deste nosso atual exílio.Desejo a todos um feliz Pêssach e uma renovação da esperança de um mundo de paz, saúde e amor, onde todos possam desfrutar de uma vida plena, de harmonia e liberdade.
Que os nossos passos, ainda que incertos, sigam o caminho mais bonito, aquele que termina em frente ao mar, onde há brisa, calmaria e onda beijando a areia.D’us quer que façamos o esforço, não porque Ele precisa, mas porque nós precisamos. Nossas ações criam uma mudança dentro de nós.
No Talmud, um zombador diz ao Rebe Akiva: "Você não deveria estar ajudando os pobres, porque foi D’us quem fez os pobres e, ao ajudá-los, você está indo contra o plano de D’us!"
Rebe Akiva respondeu: "D’us fez os pobres precisamente para que nós os ajudemos. Ajudar os outros é o que D’us quer que façamos."
Então você vê, D’us quer que façamos o esforço. Essa mesma ideia é expressa de muitas outras maneiras no judaísmo. Obviamente, D’us quer que sejamos ativos e envolvidos em trazer perfeição ao mundo.
O certo é que D’us criou um sistema chamado "natureza", através do qual Ele opera. É claro que D’us pode anular esse sistema (e Ele muitas vezes o faz isso é o que chamamos de "milagres"). Mas D’us prefere permanecer um pouco escondido para preservar nossa busca para encontrá-lo.
Na seção que discute a profecia, a Torá afirma: "Você deve (confiar) de todo o coração em D’us"(Deuteronômio 18:13, Salmo 37:3) Confia no Senhor e faze o bem, (para que tu possas) habitar na terra e ser alimentado pela fé. Somos ensinados a confiar em D’us, mas até que ponto temos a obrigação de fazer um esforço humano normal e o que é considerado falta de confiança em D’us?
Ter confiança no Todo-Poderoso dá paz de espírito e serenidade à pessoa. No entanto, nunca se deve usar uma alegação de confiança em D’us para tolerar a preguiça ou o comportamento precipitado. Há uma linha tênue entre a virtude de confiar em D’us e a falta de descuido e irresponsabilidade.
A única maneira de ser considerado um "fracasso" na vida é ser preguiçoso e não se esforçar o suficiente. Porquê? Porque só podemos esperar trabalhar com as ferramentas que D’us fornece. E o que quer que Ele forneça é precisamente o que eu preciso. Se o objetivo final é ou não concluído isso está nas mãos de D’us.
Coração Judaico
Aqueça-se no sagrado fogo que queima em meu lar, e saberá do amor que trago no coração.
Respeite a anciã que me nutre, e certamente aprenderá sobre os mistérios que conheço!
Perceba a mulher que pulsa, e poderás sentar-se à mesa comigo!
Há despedidas dolorosas , há despedidas necessárias, há despedidas que nem notamos e há aquelas que jamais esqueceremos..Pessoas entram e saem de nossas vidas, algumas deixam o melhor de si, outras levam o melhor de nós...as que se vão sempre deixam um capítulo, uma frase , uma poesia ou apenas uma leve presença....embora algumas delas nem sempre marcam, mas sim, sempre deixam algo que nos fará sentir saudades ou apenas suspirar e dizer "ufa , ainda bem que se foi"
Alguém que sabe que não és perfeita, mas te trata como se fosses.
Alguém cujo maior medo é perder-te.
Alguém que te de o coração por completo.
Alguém que te diz que te ama, e significa exatamente isso.
Alguém que te apresenta aos amigos orgulhosamente.
Por último, mas não menos importante, encontre alguém que não se importe de acordar contigo pelas manhãs, mesmo completamente descabelada e sem maquiagem, mas ainda assim se apaixona por ti novamente todos os dias.
2 quilos de peito de frango desossado e sem pele
2 ovos, batidos
2 colheres de chá de amido de milho Gefen , além de mais para cobrir o frango
1 garrafa de suco de romã
2/3 xícara de geleia de groselha
1/4 xícara de açúcar mascavo claro
agua
óleo para fritar
Comece a Cozinhar
Prepare o frango com groselha e romã
Pré-aqueça o forno a 200⁰ C.
Limpe o frango e esmague as áreas mais grossas para que ele possa cozinhar uniformemente. Corte em costeletas se desejar.
Encha uma frigideira com cerca de 2,5 cm de profundidade com um óleo neutro e 1 palito de fósforo. Deixe o óleo aquecer em fogo médio até o fósforo acender...
Enquanto aquece o óleo...
Bata os ovos em uma tigela rasa. Em outra tigela rasa, adicione amido de milho suficiente para cobrir os pedaços de frango. Mergulhe cada pedaço no amido de milho, sacuda o excesso e, em seguida, mergulhe-o no ovo.
Adicione o frango à frigideira, tomando cuidado para não encher a frigideira. Deixe o frango fritar cerca de dois a três minutos de cada lado, até começar a dourar. Retire e adicione o frango acabado em uma assadeira.
Enquanto o frango está fritando, comece o molho. Adicione o suco de romã, o açúcar mascavo e a geleia a uma panela em fogo médio. Bata até dissolver o açúcar e a gelatina. Deixe ferver, cozinhe e reduza por cerca de dez minutos. Misture duas colheres de chá de amido de milho com água suficiente para dissolvê-lo, criando uma pasta. Adicione a pasta ao seu molho, mexendo continuamente. Você verá imediatamente o molho começar a engrossar. Deixe cozinhar mais dois minutos, mexendo o tempo todo. Retire o molho do fogo e despeje sobre o frango pronto.
Asse o frango por 10 a 15 minutos, apenas para garantir que esteja completamente cozido. Retire o frango do forno, decore a gosto e sirva.
Observação: Se você não encontrar geléia de groselha vermelha, você pode usar ameixa ou uva em seu lugar, mas eu recomendaria cortar o açúcar mascavo em uma colher de sopa, pois eles tendem a ser mais doces.
Recipe By Sabrina Gornish
Kosher.com
•1kg de cupim
•2 Colheres sopa de azeite
•1 Cebola picada
•2 Dentes de alho picados
•Sal e pimenta-do-reino a gosto
•1 Colher sopa de molho shoyu
•2 Xícaras chá de água
MODO DE PREPARO
Em uma panela de pressão, coloque o cupim, o azeite, o alho e a cebola
leve ao fogo.
mexendo de vez em quando, por 10 minutos ou até que o cupim esteja
dourado. Acrescente os ingredientes restantes, tampe a panela e cozinhe
por 50 minutos depois de pegar pressão.
Retire a pressão da panela, destampe e deixe no fogo, médio por mais 10
minutos ou até dourar.
O homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.
Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.
Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
‘Será que a minha mulher passou mal?’ ele pensou.
‘Será que alguma coisa grave aconteceu?’
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
– Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta:
– Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?’
–Pois Bem… Hoje eu não fiz nada !!!!