Não olhe seus problemas e dificuldades como a um inimigo… Mas olhe como uma provação a ser superada. Olhe a vida como um belo pomar de frutas saborosas, e não apenas as ervas daninhas de muitas pessoas querendo sufocá-lo. Não dê importância para aqueles que não gostam de você, eles ainda não conhecem o valor de seu coração. Seja gentil e amoroso para com você mesmo, que tudo de bom acontecerá em sua vida. Seus verdadeiros amigos são aqueles que lhe estendem as mãos quando você está caído. Quando sentir um vazio na sua alma, não desfaleça, não desanime, D'us tem muitas coisas importantes para você. Não há ninguém no mundo que possa impedi-lo de ser feliz, a não ser você mesmo.
domingo, 31 de dezembro de 2017
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Mensagem para Chanucá
Um vínculo entre o capricho no cumprimento das Mitzvot e os Milagres que nos acontecem
Nossos Sábios nos contam que especificamente nessa mitzvá do milagre de Chanucá encontramos não só o nível de capricho na mitzvá mas também um nível de “super capricho”.
A Guemará em Brachot nos conta que o “Shemá” é lido antes do “Vehayá im shamoa” porque temos que assumir antes a submissão ao “Governo Divino” e depois a submissão aos “Mandamentos Divinos”.
A remuneração Divina para isso é, como está escrito: “Se vocês cumprirem os meus preceitos eu vou dar a chuva na hora certa e etc.” Conduta Divina totalmente favorável mas dentro dos padrões naturais.
Na prática vemos que quem faz uma coisa somente por submissão ou temor não fará nada mais a não ser a obrigação , porque por ele próprio preferiria estar livre de tudo isso mas faz só por obrigação.
Um nível superior à esse é quando nos refinamos e subjugamos nosso “yetzer hará”(má inclinação), como diz o Rambam “Não só que essa pessoa cumpre a própria Mitzvá (mandamento Divino) mas também capricha no cumprimento dela e cumpre detalhadamente também o que ele não é tão obrigado a fazer .
Nesse caso o mesmo acontece com a remuneração Divina pelo cumprimento dessa Mitzvá (que mesmo sendo essa remuneração imensurável e estar guardada para nós no próximo mundo, recebemos os frutos dela aqui nesse mundo), como nos conta a Guemará em Sanhedrin que todas as atitudes Divinas estão sincronizadas com as nossas atitudes, então Hashem dá para nós não só a “chuva na hora certa”(bens materiais) que vem dessa conduta Divina totalmente favorável mas dentro dos padrões naturais, ou seja, a obrigação Divina , não só isso recebemos mas ainda mais, o comportamento Divino em relação à nós vai ser VIP , e se dentro dos padrões normais de uma conduta Divina natural teríamos que passar por alguma tragédia, nos livramos disso por meio de um milagre sobrenatural.
Capricho e super capricho
Os Milagres da saída do Egito , das nuvens que protegeram o nosso povo no deserto , de Purim e etc aconteceram a princípio para salvar o nosso povo de uma tragédia que poderia acontecer ou que estava acontecendo, e portanto nas Mitzvot ligadas a esses milagres estão somente em um nível de Mitzvá e capricho na Mitzvá, mas no milagre de Chanucá, fora o milagre da vitória da guerra contra os greco-sirios que nos salvou de uma tragédia , D’us entregou fortes na mão de fracos e etc, ainda temos o milagre do azeite que não aconteceu para nos salvar de uma tragédia mas sim para demonstrar o carinho Divino por nós, foi um milagre que aconteceu somente para podermos cumprir as Mitzvot, portanto foi acrescentada a essa Mitzvá um carinho especial, um “super capricho”
Conclusão:
Quem de nós no nosso país e na nossa época não precisa de verdadeiros Milagres! Então, vamos caprichar nas Mitzvot!!!
https://ongtora.com/mensagens-do-rabino-gloiber/
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Hanuka - A Festa das Luzes.
Neste ano de 2017, Chanucá inicia terça a noite, 12 de dezembro e segue até quarta, 20 de dezembro.
Chanucá é a “festa das luzes”, festa judaica de oito dias, celebrada com um acendimento noturno da menorá, preces e alimentos fritos.
A palavra hebraica Chanucá significa “dedicação”, e é assim chamada porque celebra a rededicação do Templo Sagrado (como você vai ler abaixo). Também chamada de Hanukkah (ou variações) a palavra hebraica é pronunciada com um “Kh” gutural,kha, não tcha-nu-kah.
O que Chanucá comemora
No segundo século da era comum, a Terra Santa era governada pelos selêucidas (sírios-gregos), que tentavam forçar o povo de Israel a aceitar a cultura e as crenças gregas em vez da observância das mitsvot e crença em D’us.
Contra todas as probabilidades, um pequeno grupo de judeus fiéis, liderado por Judas o Macabeu, derrotou um dos mais poderosos exércitos da terra, expulsou os gregos, reassumiu o Templo Sagrado em Jerusalém e o rededicou ao serviço de D’us.
Quando eles procuraram acender a Menorá do Templo (o candelabro com sete braços), encontraram apenas uma pequena ânfora de azeite de oliva que tinha escapado da contaminação pelos gregos. Milagrosamente, eles acenderam a menorá e o suprimento de um dia durou oito dias, até que novo azeite pudesse ser preparado sob condições de pureza ritual.
Para comemorar e publicar esses milagres, os sábios instituíram a festa de Chanucá.
Como Chanucá é Observada
No coração da festa está o acendimento da menorá. A menorá tem nove chamas, uma das quais é o shamash (“atendente”), que é usado para acender as outras oito luzes.Na primeira noite, acendemos apenas uma chama. Na segunda, uma chama adicional Na oitava noite de Chanucá, todas as oito luzes são acesas.
Bênçãos especiais são recitadas, com uma melodia tradicional, antes do acendimento, e canções tradicionais são cantadas depois.
Uma menora é acesa em toda família (ou mesmo por cada indivíduo dentro da família) e colocada no batente ou janela. A menorá também é acesa em sinagogas e outros locais públicos. Nos últimos anos, milhares de menorás enormes têm sido colocadas na frente de prédios das prefeituras e casas legislativas, e em shopping centers e parques no mundo inteiro.
Recitamos a prece Hallel especial diariamente, e adicionamos V’Al HaNissim em nossas preces diárias e nas Graças Após as Refeições, para oferecer louvor agradecimento a D’us por “entregar os fortes nas mãos dos fracos, os muitos nas mãos de poucos… os perversos nas mãos dos justos.”
Quando é Chanucá?
Chanucá começa na véspera de 25 de Kislêv e continua por oito dias. No calendário civil, geralmente coincide com Dezembro.
Alimentos de Chanucá
Como o milagre de Chanucá envolveu azeite, é costume comer alimentos fritos em óleo. O clássico do leste europeu é o latke (panqueca) com molho de maçã ou creme azedo, e o favorito em Israel são sufganiot (sonhos) recheados de geléia ou doce de leite.
Dreidel: o jogo de Chanucá
Em Chanucá, é costume jogar com um “dreidel” um dado de quatro lados com as letras hebraicas nun, gimmel, hei e shin, um acrônimo para “nes gadol hayá sham”, “um grande milagre aconteceu ali”. O jogo geralmente é jogado por um pote de moedas (podem ser de chocolate…), ou outra coisa, que é ganha ou perdida baseado em qual letra o dreidel para quando é girado.
Presente de Chanucá
Na sociedade de hoje motivada pelo consumo, as pessoas tendem a colocar importância em dar presentes de Chanucá. No entanto, a tradição na verdade é dar guelt, presentes de dinheiro, para crianças. Além de recompensar o comportamento positivo e devoção ao estudo de Torá, os presentes em dinheiro dão às crianças a chance de darem tsedacá (caridade). Por isso as moedas de chocolate envoltas em papel prateado ou dourado também fazem parte da festa.
O que significa para você
Notando que a pessoa deveria passar tempo próximo às luzes de Chanucá, o Rebe Anterior costumava dizer: “Devemos ouvir cuidadosamente aquilo que as velas estão dizendo.” Então, o que as chamas tremulantes estão nos dizendo? Aqui estão algumas mensagens:
a – Nunca tenha medo de defender aquilo que é certo. Yehuda, o Macabeu, e sua família enfrentaram dificuldades assustadoras, mas isso não os deteve. Com uma prece nos lábios e fé no coração, eles encararam a batalha de suas vidas – e venceram. Podemos fazer o mesmo.
b – Sempre aumente em questões de bondade e observância de Torá. Sim, uma única chama foi suficientemente boa para ontem, mas hoje precisa ser ainda melhor.
c – Uma pequena luz vai longe. As velas de Chanucá são acesas quando a noite está caindo. Colocadas no batente, elas servem como um farol para as ruas que estão escurecendo. Não importa o quanto esteja escuro lá fora, uma vela de bondade Divina pode transformar a escuridão em luz.
d – Leve para as ruas. Chanucá é única no sentido de ser uma mitsvá básica observada em público. Não basta ser um judeu no coração, ou mesmo em casa. Chanucá nos ensina a brilhar lá fora em nossa vizinhança com o brilho Divino das mitsvot.
e – Não se envergonhe de cumprir mitsvot, mesmo se você se sentir diferente. Em vez disso, seja uma menorá, proclamando orgulhosamente sua unicidade radiante para todos verem.
Rabi Shimon Rosenberg de Afula, de Israel, o pai de Rivkah Holtzberg, acendeu uma menorá com oito metros de altura durante Chanucá de 2008 na frente do Portal da Índia em Mumbai, apenas semanas após sua filha e seu genro, Rabi Gavriel Holtzberg, serem mortos num ataque terrorista. Gavriel Holtzberg acendia aquela menorá todo ano.
Rabi Shimon Rosenberg de Afula, de Israel, o pai de Rivkah Holtzberg, acendeu uma menorá com oito metros de altura durante Chanucá de 2008 na frente do Portal da Índia em Mumbai, apenas semanas após sua filha e seu genro, Rabi Gavriel Holtzberg, serem mortos num ataque terrorista. Gavriel Holtzberg acendia aquela menorá todo ano.
Fonte: www.pt.chabad.org
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Bolo de mel
Ingredientes
3 colheres (sopa) de óleo
1 xicara de açúcar
3 ovos
1 xícara de mel
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicabornato de sódio
2 1/4 xícaras de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de gengibre
1 colher (chá) de canela
1/2 colher (chá) de anis
1/2 colher (chá) de noz-moscada
1/2 colher (chá) de cravo moído
2 colheres (sopa) de café instantâneo
1 xícara de suco de laranja
1 xícara de uvas passas
1 xícara de amêndoas moídas (opcional)
1 xicara de açúcar
3 ovos
1 xícara de mel
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicabornato de sódio
2 1/4 xícaras de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de gengibre
1 colher (chá) de canela
1/2 colher (chá) de anis
1/2 colher (chá) de noz-moscada
1/2 colher (chá) de cravo moído
2 colheres (sopa) de café instantâneo
1 xícara de suco de laranja
1 xícara de uvas passas
1 xícara de amêndoas moídas (opcional)
Preparo
Bata o óleo junto com o açúcar na tigela maio da batedeira,
acrescentando as gemas e o mel.
Na tigela menor, misture os ingredientes secos, adicionando-os,
alternadamente, com o suco de laranja ? tigela maior, batendo sempre.
Por fim, acrescente as uvas passas, as amêndoas e as claras em neve,
misturando a mão.
Despeje em forma não untada e asse por 50 minutos em forno moderado
e pré-aquescido.
O poder da mezuzá
O Talmud nos conta que Ônkelos, filho de Kalônimos (eminente personagem do antigo Império Romano), ao converter-se ao judaísmo, despertou a ira de César.
César enviou um grupo de soldados para induzi-lo a mudar de idéia, mas ocorreu justamente o contrário. Ônkelos conseguiu persuadir os soldados a se converterem, como ele próprio havia feito.
Ao perguntarem-lhe porque fazia isto, respondeu: "Habitualmente, quando um rei de carne e osso está dentro de seu palácio, seus servos protegem-no, e ficam do lado de fora. :Nosso Rei do Universo permite que seus servos sentem do lado de dentro, enquanto Ele os protege".
Também aqueles soldados converteram-se.
Rabi Yehudá Hanassi, o "Príncipe"
O Talmud relata uma história sobre o grande Rabi Yehudá Hanassi (o "Príncipe"): Artaban, o rei de Partin enviou-lhe como presente uma pérola maravilhosa. Rabi Yehudá retribuiu com outro presente – uma mezuzá. Ultrajado pelo que lhe parecia zombaria, o rei repreendeu severamente a Rabi Yehudá:"–Vós me insultastes. Eu vos enviei um presente de valor incalculável e vós retribuistes com uma ninharia sem valor!"
Rabi Yehudá apressou-se em explicar: "O presente que me enviastes é tão valioso que deverá ser cuidadosamente vigiado, ao passo que o que eu vos dei vos guardará mesmo quando estiveres dormindo".
Relato do Talmud
Ao perguntarem-lhe porque fazia isto, respondeu: "Habitualmente, quando um rei de carne e osso está dentro de seu palácio, seus servos protegem-no, e ficam do lado de fora. :Nosso Rei do Universo permite que seus servos sentem do lado de dentro, enquanto Ele os protege".
Também aqueles soldados converteram-se.
Rabi Yehudá Hanassi, o "Príncipe"
O Talmud relata uma história sobre o grande Rabi Yehudá Hanassi (o "Príncipe"): Artaban, o rei de Partin enviou-lhe como presente uma pérola maravilhosa. Rabi Yehudá retribuiu com outro presente – uma mezuzá. Ultrajado pelo que lhe parecia zombaria, o rei repreendeu severamente a Rabi Yehudá:"–Vós me insultastes. Eu vos enviei um presente de valor incalculável e vós retribuistes com uma ninharia sem valor!"
Rabi Yehudá apressou-se em explicar: "O presente que me enviastes é tão valioso que deverá ser cuidadosamente vigiado, ao passo que o que eu vos dei vos guardará mesmo quando estiveres dormindo".
Relato do Talmud
Porque se casar.
(Arte por Esther Tousson)
Por Aron Moss

Pergunta:
No mundo atual, o casamento ainda é relevante? Diferente da situação há cem anos, um casal hoje pode viver junto sem se casar. O que está faltando para eles? (Esta não é uma questão teórica para mim…)
Resposta:
O casamento é mais relevante hoje do que nunca foi na história. O casamento costumava ser obrigado. Agora é uma escolha. Todos os velhos argumentos para o casamento caíram por terra, e o que nos resta é somente uma razão verdadeira para casar. Podemos finalmente casar pelo motivo certo.
Aquelas que eram boas razões para casar são bastante irrelevantes hoje. Aqui estão quatro motivos clássicos para se casar:
1. Assim podemos viver juntos.
Como você enfatiza na sua pergunta, este motivo não se aplica mais aos muitos casais que vivem juntos sem ser casados.
2. Para podermos ter filhos.
Mais uma vez, é possível os dois terem filhos e serem pais maravilhosos sem se casar.
3. Para formar um compromisso sólido.
Este é encantador. Estamos casando para tornar mais difícil se afastar um do outro. Que romântico...
4. Para tornar nosso relacionamento oficial.
Você poderia conseguir isto colocando um anúncio no jornal, dizendo: “Agora somos oficiais.” Você não precisa de um bufê num salão de festas apenas para tornar o casamento oficial.
Então o que nos resta? Se não for para viver junto, começar uma família, assumir um compromisso ou tornar tudo oficial, por que casar?
Há somente um motivo.
O casamento torna um relacionamento divino. Casar-se significa que algo maior que vocês dois está colocando os dois juntos. Um casamento consegue algo que simplesmente não ocorreria de outra forma: D'us é introduzido no relacionamento.
Até que estejam casados, o compromisso de um com o outro é um compromisso humano, com todas as limitações de um ser humano. Não podemos ver o futuro, não podemos saber o que pode mudar e o que pode ocorrer, e cometemos erros. A chupá eleva o compromisso além das limitações humanas. As bênçãos feitas sob a chupá invocam o nome de D'us sobre o casal, e trazem D'us à união como um parceiro. Você está casado não apenas porque escolheu estar, mas porque D'us assim o disse.
Sem uma chupá, você pode ter amor, compromisso e família – mas não é sagrado. Somente quando fica sob o pálio nupcial e casa, segundo a tradição, sua união se torna sagrada. Somente depois o casamento e seu amor são abençoados com a marca Divina da eternidade.
fonte; Beit Chabad
No mundo atual, o casamento ainda é relevante? Diferente da situação há cem anos, um casal hoje pode viver junto sem se casar. O que está faltando para eles? (Esta não é uma questão teórica para mim…)
Resposta:
O casamento é mais relevante hoje do que nunca foi na história. O casamento costumava ser obrigado. Agora é uma escolha. Todos os velhos argumentos para o casamento caíram por terra, e o que nos resta é somente uma razão verdadeira para casar. Podemos finalmente casar pelo motivo certo.
Aquelas que eram boas razões para casar são bastante irrelevantes hoje. Aqui estão quatro motivos clássicos para se casar:
1. Assim podemos viver juntos.
Como você enfatiza na sua pergunta, este motivo não se aplica mais aos muitos casais que vivem juntos sem ser casados.
2. Para podermos ter filhos.
Mais uma vez, é possível os dois terem filhos e serem pais maravilhosos sem se casar.
3. Para formar um compromisso sólido.
Este é encantador. Estamos casando para tornar mais difícil se afastar um do outro. Que romântico...
4. Para tornar nosso relacionamento oficial.
Você poderia conseguir isto colocando um anúncio no jornal, dizendo: “Agora somos oficiais.” Você não precisa de um bufê num salão de festas apenas para tornar o casamento oficial.
Então o que nos resta? Se não for para viver junto, começar uma família, assumir um compromisso ou tornar tudo oficial, por que casar?
Há somente um motivo.
O casamento torna um relacionamento divino. Casar-se significa que algo maior que vocês dois está colocando os dois juntos. Um casamento consegue algo que simplesmente não ocorreria de outra forma: D'us é introduzido no relacionamento.
Até que estejam casados, o compromisso de um com o outro é um compromisso humano, com todas as limitações de um ser humano. Não podemos ver o futuro, não podemos saber o que pode mudar e o que pode ocorrer, e cometemos erros. A chupá eleva o compromisso além das limitações humanas. As bênçãos feitas sob a chupá invocam o nome de D'us sobre o casal, e trazem D'us à união como um parceiro. Você está casado não apenas porque escolheu estar, mas porque D'us assim o disse.
Sem uma chupá, você pode ter amor, compromisso e família – mas não é sagrado. Somente quando fica sob o pálio nupcial e casa, segundo a tradição, sua união se torna sagrada. Somente depois o casamento e seu amor são abençoados com a marca Divina da eternidade.
fonte; Beit Chabad
Assinar:
Postagens (Atom)





